




























Uma das principais diferenças da cultura dos países do primeiro mundo como os da Europa e EUA, com os países do terceiro mundo como o Brasil, demais países da América do Sul, Central, África e outros é basicamente com relação à escolaridade, cursos culturais, de aprendizagens e universitários, enfim com métodos e filosofias das civilizações e aprendizados em si.
Nos países do terceiro mundo como o Brasil, infelizmente a cultura na maior parte do povo, no geral, é ínfima, e, com o propósito apenas de fazer cursos para se ter um diploma ou certificado para fazer uso em um concurso, em busca de uma vaga ou uma concorrência de emprego, ou, para se exibir na parede da sala de casa ou do ambiente de trabalho, com o fim de levantar a estima ou o ego e exibição pessoal. Apenas uma pequena parcela é que visa o aprendizado em si ou a melhoria intelectual, cultural, sabedoria e bom senso. Mesmo assim, desses, grande parte faz um curso e depois nunca mais se preocupa em reciclar ou atualizar, e a própria cultura explica que se a pessoa gasta 3 ou 5 anos fazendo um determinado curso e depois não prática, com certeza em outros 3 ou 5 anos já é o suficiente para se esquecer 80% do que foi aprendido e, com outros 5 ou 15 anos saberá apenas noção. Poucos são os que visam serem sábios ou viver a sabedoria. A crise financeira, falta de apoio social e familiar e a falta de tempo são indicadores dessa filosofia anticultural e característica peculiar de terceiro mundo.
Então no terceiro mundo, muitos fazem cursos apenas na última hora, no momento do “sufoco”, quando percebe que não é portador de nenhum agregado curricular e que está perdendo classificação ou convocação de ingresso em bons empregos, ou quando vê que não está sendo promovido ou graduado no trabalho, e, que outros concorrentes ou colegas de trabalhos estão sendo promovidos e conquistando e galgando posições de melhores destaques, então, nesta última hora, procura uma escola para reciclar, aprimorar e ampliar conhecimentos. Ou o leigo procura algum conhecimento superficial para iniciar uma vida profissional ou mesmo o pequeno profissional operário ou artífice procura o básico para crescer e enfrentar a concorrência selvagem, capitalista e aprimorar no setor.
Em todos os países do primeiro mundo existem infinidades de cursos e mais cursos, sejam eles ministrados em faculdades ou universidades ou simplesmente em escolas particulares, livres e abertas ou a distancia não faz a diferença, que concede documento oficial ou simplesmente com fins culturais também não é significante, não importa ou não faz a diferença. Lá o povo quer mais é estudar, buscar sabedoria e aprender, onde a filosofia do saber é outra e já milenar. E, geralmente os países de terceiro mundo são novos, com cultura de 300 a 500 anos, ou de 100 anos como no Brasil, é! Praticamente o Brasil começou a viver a partir de 1910 ou 1930. Cientifica e sociologicamente a miscigenação de dezenas de culturas e raças pode ser obstáculo para a apuração de um QI mais elevado.
A raça ou etnia quanto mais pura, ficam mais fértil e mais fácil para reter e aprender. Como exemplos têm os judeus, os árabes e os europeus dentre outros, que são pessoas super inteligentes, possuem QIs elevados e muita sabedoria e bom senso afora a facilidade que possuem de acumular tesouros. Especificamente os judeus, embora, 1.200 anos dos seus 2.800 anos de existências desde o patriarca Abraão fossem presos em guetos e mais de dez milhões fossem vítimas em dezenas de holocaustos. (a idade do homem na terra são 8.095 anos: 1.656 anos de Adão à Noé; 4.430 anos do dilúvio a Cristo “palco da Mesopotâmia/Suméria de 3.500; Pirâmides em 3.000 e a 1ª Babilônia em 2.000 com Acad e Hamurabi”; 2009 de Cristo a nossos dias. Essa idade não afasta a possibilidade da idade mais antiga dos animais e dos elementos que deram origem à própria Terra). Do ano 1840 a 1440 presos no Egito com extermínios das crianças homens contemporâneos a Moisés; de 1.440 a 1400 presos no deserto do Sinai com extermínios de todos que saíram do Egito com exceção de Josué e Calebe; em 722 a.C. presos e escravizados pela Assíria com mortes cruéis de milhares e dispersos o restante pelo mundo; em 604 a.C. presos, mortos e escravizados 70 anos na Babilônia; depois por Roma onde dizimou milhares de crianças ocasião que Jesus com um ano escapou fugindo para o Egito; em 70 d.C. multidões de torturados e mortos e dispersos o resto pelo mundo; ano 132 torturados e mortos milhares e dispersos o resto pelo mundo; séculos depois perseguidos pela Inglaterra; Espanha; Portugal; Alemanha; França; Itália; Rússia; Polônia e outros, e, afinal o nazismo de Hitler dizimando sete milhões, totalizando dez milhões ao todo ao longo de 2.800 anos. Então viveram mais tempo escravos em dezenas de guetos e sendo dizimados em holocaustos do que livres na Terra da Promessa. (extraído do livro Holocausto do escritor Dr. Omar) E mesmo assim não se misturaram, mas conservaram a identidade moral, social étnica e cultural e, são exemplos de sabedoria, cultura e patriotismo. Como prova presenciamos a quantidade de Prêmios Nobéis em cultura e ciência que já conquistaram qual é por cima da média mundial.
Dos 700 prêmios desde o lançamento em 1901, os judeus receberam 152, cerca de 25% de todos, no entanto, não são 25% da população do mundo, mas apenas 0,3%, hoje 20 milhões de judeus. Hoje os judeus correm o mesmo risco de serem confinados em guetos e mortos 2 milhões em holocaustos químicos de Nova York, o que pode acontecer até mesmo antes da Terceira Guerra. Estão cometendo os mesmos erros já registrados pela história por várias ocasiões como a exemplos Polônia e Alemanha, e erradamente voltando a se concentrar muitas vidas e tesouros em pouco espaço e confiando muito em outros povos (maldito o homem que confia noutro homem). Deveriam fugir 90% (2 milhões) do estado de Nova York para várias nações, o mais imediato e rápido antes que isso não seja mais possível. (extraído do livro “Política Internacional, Conflitos no Oriente e Terceira Guerra Mundial”, 1990, do escritor Dr. Omar).
Com relação aos países do terceiro mundo, nós brasileiros já levamos uma vantagem enorme, pois, estamos caminhando a passos largos para o segundo mundo, e, creio que em pouco tempo estaremos no primeiro mundo, se não em todos os estados, ao menos na maioria deles e, muitos já afirmam que alguns estados como os do Sul, SP, RJ, partes de MG e grandes centros metropolitanos já se equiparam ao primeiro mundo.
O incentivo público brasileiro em relação à cultura ainda é pequeno, muito tímido, mas já estamos presenciando alguma abertura, o simples fato da proliferação de algumas escolas e faculdades livres, abertas ou à distância já é um bom sinal e aproximação à facilidade e acesso às escolas. Há 50 anos 50% da população brasileira morava em fazendas, na zonal rural. Há 30 anos 30%; hoje a média é de apenas 15%, sendo 10% para os estados mais desenvolvidos e 20% para os com menos progresso. Por falta de uma política de infra estrutura com escolas, energia, saúde e subsídios ao produtor rural tanto agrícola como o pecuarista, o homem do campo se viu obrigado a mudar-se para a cidade em busca de escola para os filhos, e em busca de saúde para si próprio e para a esposa.
O produtor com receio das leis trabalhistas (embora tenha sido criada em 1941 por Getúlio Vargas, e a lei do INCRA pelo governo ditatorial, mas, porém, somente começou a ser implantada ou praticada no meio rural na década de 70) e falta de cobertura pública com seguro e subsídios não se importou em prender ou fixar esse homem no campo, e, essa mão de obra especializada que tinha, e, aonde, afinal, o patrão por sua vez, sentido como ameaça, até incentivou a saída desses braçais. O fruto do êxodo rural inchou a periferia das grandes cidades e superlotou as médias e criou várias pequenas. Um verdadeiro caos, pois as cidades não estavam preparadas para receber esse povo, apareceram os problemas sociais com saúde e emprego e, indiretamente foi um incentivo à marginalidade. Trinta anos depois, o governo tentou remanejar, retornando esse homem que antes era do campo novamente para o campo, porém ele já estava aposentado e muito idoso, tentou levar o seu filho com a reforma agrária, mas aquela criança que há 30 anos passados tinha cinco ou dez anos, já que saiu da fazenda, então se desacostumou e perdeu completamente a identidade com a terra, seu habitat natural.
Motivo principal do insucesso da reforma agrária. Aquela criança de cinco a dez anos que nasceu e cresceu no campo, depois de 30 anos na cidade, já desaprendeu tudo que havia iniciado a aprender desde o berço, perdeu contato e amor com a terra, principal motivo da atual crise dos assentados. Na cidade, o filho, embora não tivesse conseguido um estudo universitário e nem uma profissão qualificada, ficou a meio termo, agora tentou voltar, mas desacostumado com a terra e trabalho do campo, ficou improdutivo, colaborado pela falta de apoio financeiro por parte do governo aos assentados e pretendentes. O pecado foi o governo há 30/40 anos ter deixado desintegrar esse patrimônio de mão de obra qualificada, e, não ter feito nenhuma política pública para apreender aquele homem nato e sábio artífice com o trabalhar na terra. Agora na cidade, com a falta de emprego, escola profissionalizante e com a falta de universidade pública, o povo miscigenado está vivendo uma verdadeira agonia e sufoco, sem rendas, sem emprego e profissão, falta de oportunidade de realização em todos os setores. Campo fértil para a criminalidade. Os trabalhadores rurais, onde 90% são descendentes de braçais, de preferem as viagens volantes indo e vindo diariamente para as fazendas ou os chamados bóias-frias a fixarem residências no campo, isso devido à falta de assistência à saúde familiar, energia, moradia, escola para os filhos incluídos inicialmente a televisão e agora a internet.
Ainda bem que começaram a aparecer às escolas profissionalizantes e por último as livres, abertas e a distancias para suprir um pouquinho essa carência governamental que não é de agora, mas retroage a 30 ou 40 anos.
O país é do terceiro mundo, pobre e realmente seria impossível colocar escolas profissionalizantes em todas as cidades pequenas e médias ou colocar universidades gratuitas em todas as cidades médias e grandes que desse para absorver, ou conseguisse acampar a imensidão de jovens e adolescentes, já netos dos descendentes do êxodo rural, ou mesmo os filhos dos aposentados rurais. Para suprir essa falta, por ausência de escolas oficiais, e para amenizar um pouquinho a crise cultural, então muitas “escolas livres e a distância” estão abrindo as portas e com multidões de cursos básicos, com o propósito de ajudar em muito a erradicar o analfabetismo cultural, e automaticamente, assim contribuir um pouco com o aperfeiçoamento da mão de obra e qualificação do trabalho, e, ajudando a melhorar a qualidade de vida de nosso povo. Da mesma forma com cursos de pós-graduações levantando mais a estima de nossos bacharelados e profissionais liberais, além de cooperar na reciclagem cultural dos mesmos.
As escolas livres como a exemplo a “Faculdade Internacional de Cursos Livres” tem condições de chegar a todas as cidades pequenas e vilarejos e ainda em comunidades de brasileiros que vivem no exterior, e apresentar métodos e formas de aprimoramento cultural a muitos necessitados. No exterior, temos muitos brasileiros que, como todos sabem, vivem em regime de semi-escravidão, e com os nossos cursos estão tendo oportunidade de galgar posições mais elevadas ou arrumar empregos mais dignos com mais intelectualidade, reduzir a carga horária de 16 horas dias para 12 ou 10 e reduzir o suor ou desgastes físicos. Falamos com conhecimento de causa porque diariamente recebemos inúmeros e-mails, telefonemas e cartas testemunhando esses fatos.
Aliás, esses testemunhos não vêm somente do exterior, mas, mesmo dentro do Brasil ainda existe o trabalho semi-escravo, trabalho com excesso de peso e de carga horária acima do tempo permitido, trabalho para menores de 14 anos e trabalho de prostituição infantil entre meninas com 8 a 16 anos, onde o próprio sexo torna sendo a única ferramenta. E nossos cursos têm chegando também às mãos de grande parte de brasileiros que viviam assim e mudaram de vida. Com um pequeno incentivo que oferecemos por meio de nosso material didático, pequenos tornaram-se grandes, braçais semi-escravos que estavam com dificuldade de estudar devido o tempo aprenderam alguma coisa conosco e se libertaram. Multidões de jovens têm acatado e acolhido a nossa filosofia de prosperidade e tem se dedicados aos seus estudos com mais responsabilidades e paralelamente tem trabalhado com mais dignidade e, estão auferindo rendimentos mais elevados e em locais mais humanos e propícios. Essa é a visão da ABECAD, então torna sendo uma abertura de cabeça, uma porta de curiosidade e uma janela de visão para a outra realidade da vida, a realidade de que o ser humano precisa sempre aprender e melhorar, ser culto para que os seus dias sejam melhores e para que o seu sucesso seja real. Todo jovem tem o direito de sonhar com a cultura, com um bom emprego, com um bom salário ou mesmo um dia ser um profissional liberal ou empresário, com um lar esposa e filhos. O pior inimigo da humanidade é a falta de visão e, sem cultura o ser humano realmente se equipara a um animal irracional ou a um vegetal, instrumento de manipulação nas mãos daqueles que portam alguma cultura ou o capital. O estudo abre os olhos do cego e os ouvidos do surdo, coloca pernas no aleijado e implanta mãos que constroem as escadas para se chegar ao ápice e ao topo mais alto do pódio com plena segurança. (extraído do livro “Não Desista de Seus Sonhos” do escritor Dr. Omar).
As escolas livres chegaram para colaborar e, essa é a nossa missão, “politizar o povo e implantar uma filosofia cultural de primeiro mundo”. Não é porque eu não sou médico que não posso estudar alguma coisa na área de medicina! Posso e tenho o direito de saber muito da área da medicina, isso me politiza, me acultura, me intelectualiza, e essa cultura fará com que eu seja mais sadio e ainda poder orientar o meu próximo. Poderei assim aconselhar e incentivar o meu sobrinho a estudar para um dia ser médico. Farei o meu monitoramento de acordo com a filosofia do PSF e até ajudar o meu filho em seus trabalhos na faculdade de enfermagem ou medicina.
Da mesma forma a Constituição Brasileira e a ONU me garantem que poderei estudar alguma disciplina da Engenharia ou conhecimento e cultura da própria Engenharia, Veterinária ou qualquer outro curso de faculdade que existe em nosso meio, mas, desde que tudo seja para fins culturais e de conhecimento como os cursos da “Faculdade Livre”. Quanto maior a quantidade de pessoas estudando os conteúdos e disciplinas de maior quantidade de cursos universitários ou profissionalizantes, mais cultura terá o povo, mais próximo a população ficará para sair da zona do terceiro mundo e caminhar para o segundo e o primeiro. Consequentemente teremos mais campo de trabalho, mais facilidade e menos ignorância. O MEC não autoriza cursos bacharelados de graduações ou de licenciatura para as escolas livres como a nossa, porém não proíbe a pessoa cursar o nome de disciplinas ou conhecimento de cursos de qualquer curso regular oficializado em escolas presenciais. Por exemplo, qualquer cidadão pode estudar “Direito Penal” onde se estuda e aprende os artigos do Código Penal ou um “Direito Geral” com propósitos de cultura, conhecimento e sabedoria. Simplesmente esta pessoa ficará muito culta, errará menos e acertará mais em suas ações, atos e atitudes do dia a dia. Aliás, a própria lei diz que ninguém poderá alegar ignorância da lei, então a própria lei apóia e incentiva todo cidadão a estudar, se possível tudo, para saber tudo referente a todas as coisas. Da mesma forma ninguém está proibido de estudar alguma disciplina ou conteúdo isolado, por exemplo, de enfermagem, psicologia, medicina, segurança do trabalho, massagem, administração, odontologia etc. Se fosse proibido, estudantes de uma área, não poderiam ter acessos a livros, enciclopédias e bibliotecas de outras áreas ou setores, porém tudo é liberado para toda e qualquer pessoa se matricular, e, quanto mais cultura e conhecimento uma pessoa tiver mais sábia será a sociedade, motivo pelo qual não exigimos graduação específica para qualquer pessoa fazer qualquer curso, vez que nossos cursos são estritamente culturais e de conhecimento, e, não dão legalidade para o exercício da profissão, mas apenas conhecer o que se estuda no determinado curso ou profissão.
É normal um cidadão do primeiro mundo ter de três a seis faculdades e dezenas de cursos de especializações, mestrados, doutorados e PhD e saber vários idiomas (como exemplo um motorista de ônibus urbano ou porteiro de hotel de qualquer país da Europa domina com facilidades cinco idiomas). E para que um país saia do terceiro mundo cultural e se aproxima do primeiro mundo intelectual, primeiramente então deve ter os olhos abertos e voltados para cursos, aprendizagens e culturas em todas as áreas. Os primeiros passos são fazer vários e dezenas de cursos, a iniciar pelos básicos (dos quais temos 2.500 à sua escolha e de acordo com sua aptidão) e depois a terminar com os culturais de conhecimento de disciplinas isoladas de conteúdos de bacharéis ou de graduações (já que as escolas livres estão impedidas de ministrar os cursos completos, ou melhor, podem até tentar ministrar os cursos completos, só que certamente não conseguiria nenhum aluno ou pretendente, pois já que a pessoa tem tempo disponível e dinheiro suficiente para pagar o curso completo, então esse estudante já cursaria esse curso completo em uma escola oficial para afinal conseguir o diploma e exercer a profissão respectiva.) ou mesmo estudar os cursos em formas de conhecimento cultural e não com o objetivo de adquirir a titularidade de bacharelado ou graduação. E para quem já porta algum título de graduação ou bacharelado, temos centenas de especializações, mestrados, doutorados e PhD, também com fins culturais e de conhecimento. A nossa missão é fomentar a cultura, reciclar os professores e profissionais liberais e contribuir com a educação brasileira aumentando o intelecto de nosso povo. A Faculdade Livre é transparente, e, jogar aberto sempre foi o nosso lema: “os nossos cursos não são técnicos, não são bacharéis e nem de licenciaturas, e, por si só não dão direito ao exercício da profissão”.
Começamos timidamente em 1991 com poucos cursos e somente nas áreas de “vendas, curso antidrogas, marketing, relações públicas, oratórias e teologias”. Em poucos anos alcançamos todo o Brasil e já chegamos em 98 países. A matrícula já chegou ao número quarenta mil. Já temos mais de quatro mil cursos diversos entre básicos e pós-graduações e, a cada ano notamos que o interesse está crescendo. Nos países do primeiro mundo a lei é mais favorável e a cultura do povo é mais politizada e esclarecida e quase 50% dos estudos são em escolas livres, abertas e a distancia e, nos países do terceiro mundo como no Brasil onde agora é que estão aparecendo algumas leis tímidas para apoiar e incentivar esse método, e onde o povo ainda não está politizado e esclarecido, o índice não chega a 1%, sim no Brasil apenas um baixo índice de menos de 1% estuda em escolas livres, abertas e a distancia.
A tendência é ter leis mais flexíveis e esse índice crescer 1% ao ano e esperamos que daqui a 10 anos, possamos ter no mínimo 10% de alunos freqüentando centenas de escolas livres, abertas e a distancia. Um fato importante de ser analisado é que os alunos da faculdade livre não são os mesmos da presencial, são outros que nunca freqüentariam uma presencial, então não importa, ou seja, em nada vai enfraquecer a escola presencial e, pelo contrário uma parcela de pessoas a mais ficará mais culta, mais sábia, mais intelectual e com melhor senso, para ganhar o pão com mais facilidade e menos suor, para ser promovido com mais facilidade ou conseguir ser vencedor numa guerra a procura do emprego. Qualquer um curso básico, por exemplo, que faz um pai de família, já o ajudará, além de melhor rendimento, ainda esclarecer algo para o seu filho, incentivar o seu filho a continuar a estudar, entender os problemas de seu filho e implantar no adolescente uma filosofia cultural inclusive a antidrogas.
Quanto aos cursos, o importante mesmo seria o presencial e em escolas reconhecidas pelo MEC, mas já que destas existem poucas e somente nos grandes centros, e, o custo é muito elevado ou o tempo muito delongado, então as livres e com um tempo menor e custo bem reduzido, servem como paliativo. Antes com as livres do que sem elas. Os cursos básicos tornam sendo degraus, escada intelectual e colírio para clarear os olhos e ter uma visão real do mundo e das coisas e, com um pouco de esforço qualquer pessoa pode recomeçar os seus estudos de onde foram paralisados, terminar o primeiro grau, depois o segundo grau e chegar a uma faculdade. E os cursos de pós-graduações como os nossos, também tornam sendo degraus e escada intelectual para sempre o educador ou profissional liberal aprimorar e ampliar cultura. Quem para de estudar tende a estagnar e regredir, e, quem sempre faz cursos, sempre cresce e aparece, sobressaem com facilidade diante de qualquer situação mesmo que aparentemente impossível. Matricule-se hoje ainda e cresça mais, pois somente os gigantes têm condições de enfrentar a competitiva concorrência do mundo cultural e capitalista.
Desde 1991, estamos sendo pioneiros e marcando a história da FACULDADE LIVRE, determinando mudanças profundas também nos rumos do ensino brasileiro e mundial. Crescemos muito e são muitos os exemplos de cursos inéditos lançados pela Instituição, além dos básicos ainda os inovadores de pós-graduações: especializações, mestrados, doutorados e pós-PhD.
Em 2005, ratificando a capacidade de antecipar-se às tendências e a preocupação em atualizar profissionais alinhados às expectativas do mercado, passamos a integrar a Rede Internacional de Universidades Livres e a oferecer aos alunos benefícios exclusivos, pautados em qualidade internacional, formação multicultural e empregabilidade global. A busca constante pela excelência em formação educacional é outro ponto marcante na trajetória da FACULDADE LIVRE. Ao longo dos anos, a FACULDADE LIVRE não tem medido esforços para oferecer o que há de mais avançado em infra-estrutura virtual, bem como cursos livres do mais alto nível, formado por profissionais de grande destaque. Por isso, é que, com orgulho, convidamos a todos as pessoas que desejam crescer, a conhecer um pouco mais a FACULDADE INTERNACIONAL DE CURSOS LIVRES: uma instituição criativa e inovadora, comprometida com sua missão de “contribuir para a construção de um mundo melhor, produzindo conhecimento e formando talentos criativos e empreendedores, capazes de ter sucesso em sua vida pessoal, social e profissional”.
Quem faz sente a diferença, percebe com facilidade o crescimento pessoal, e passa a ter a ambição e desejo de sempre fazer mais um e assim tornar-se um gigante imensurável, e, sem dúvida tal pessoa, mesmo se estiver em terceiro mundo, sente-se como se já estivesse vivendo num convívio de primeiro mundo. Quem estuda uma vez conosco, passa a abraçar a cultura e a sabedoria como se fosse uma namorada que se apaixona à primeira vista, e fica impossível parar em um só, sempre quer fazer mais um e mais um até chegar-se ao pós-doutorado PhD que é 4º grau, o último da escala da cultura e do saber. A sabedoria é um tesouro que deve ser procurado mensalmente e quanto mais se encontra mais deve ter sede, desejo e vontade de continuar buscando mais.
Temos muitas escolas particulares ou não, com visão de crescimento e excelência, onde patrocinam e liberam bolsas integrais para os membros do seu corpo docente se reciclar, com o fim de apresentarem melhor qualidade de ensino aos discentes. Da mesma forma existem centenas de empresas que tem o mesmo cuidado e interesse do aprimoramento, pois também doam bolsas totais para seus altos funcionários, executivos, engenheiros e até mesmo para empregados diversos nos menores escalões, pois tais empresas sabem que quanto mais se investir na qualidade intelectual de seu quadro, mais rentabilidade, perfeição, nível técnico e lucro as mesmas terão.
A necessidade de qualificação tem levado muitos profissionais a procurar cursos que agreguem valor às suas carreiras (seja acadêmica ou profissional). Algumas empresas priorizam a qualificação profissional de seus funcionários. No setor privado, as empresas têm patrocinado bolsas para os seus funcionários, pois também desejam o mesmo “crescimento intelectual para todos” e conseguir avançar na guerra violenta do mercado capitalista e selvagem. Na verdade quando uma empresa contrata um empregado, passa na seleção com mais facilidade é aquele empregado que tem mais títulos “diplomas e certificados”.
No mercado de admissão, a pessoa que vale mais é aquela que tem mais papeis na pasta, e a princípio parece que essa forma de julgar das empresas e agências de empregos estão certas, pois se um empregado aparece para entrevista com quinze certificados sejam eles de Faculdades Oficiais regulamentadas pelo MEC ou de Faculdades Livres, lógico a empresa ou agencia dá mais atenção ou crédito para o que tem mais papel, a princípio subentende que essa pessoa é mais dinâmico, mais comunicativa, mais interessada no crescimento pessoal e por conseqüência interessará mais no crescimento da empresa. Então temos certeza de que estamos cumprindo o dever como escola social, acima de tudo a Faculdade Livre é uma escola criada pela ABECAD e para ajudar também na sobrevivência da ABECAD.
Os cursos que não são reconhecidos pelo MEC como os da Faculdade Livre, são tidos como livres, ou seja, livre de carga horária, livre de programação e disciplinas e, servem apenas para: complemento de carga horária ou fins curriculares e em provas de títulos; estudos independentes para leigos e mesmo universitários; são de atualização e aperfeiçoamento profissional, enfim para fins de conhecimento e de cultura. Portanto os nossos cursos não são técnicos, profissionalizantes, graduações ou de licenciaturas, e, os certificados por si só, não podem ser usados para exercício de profissão e não dão direito de assumir responsabilidades técnicas.
Curso Livre, que após a Lei nº 9.394 - Diretrizes e Bases da Educação Nacional passou a integrar a Educação Profissional, como Educação Profissional de Nível Básico, é a modalidade de educação não-formal de duração variável, destinada a proporcionar ao trabalhador conhecimentos que lhe permitam reprofissionalizar-se, qualificar-se e atualizar-se para o trabalho. Não há exigência de escolaridade anterior. Tendo referencia no Decreto Federal número 2.494/98 e Decreto número 2.208/97. Independem de autorização dos órgãos de educação para serem oferecidos. Contudo não poderão emitir certificados com poderes de exercício técnicos, profissionalizantes ou bacharelados.
A Constituição Federal em seu artigo 205, “caput”, prevê que a educação é direito de todos, e será incentivada pela sociedade. Então agimos conforme permissivo legal, isto é, com o intuito de incentivo educacional. Tal prática é defendida também pelo artigo 206 da nossa Carta Magna, que prevê que o ensino será ministrado com base em alguns princípios e em seu inciso II: “a liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar pensamentos, a arte e o saber”.
Desde 1987, no Brasil a Escola Aberta livre ou não, reconhecida ou não, oferece oportunidades de qualificação e aperfeiçoamento profissional e pessoal por meio de cursos à distância, sob a perspectiva da educação continuada, nas áreas de educação, administração pública, direito, tecnologia da informação, entre outras. Os cursos livres oferecidos pela Escola Aberta permitem que os profissionais conquistem subsídios de conhecimento para estarem preparados para alcançar um patamar mais alto dentro de seu campo de trabalho.
Cada curso possui foco específico para diferentes modalidades, assim, alavancar a carreira fica mais fácil com um enfoque definido. O profissional que deseja crescer no mercado de trabalho deve se adequar ao ritmo das organizações e se capacitar para alcançar sua ascensão na carreira. Quem pontua os profissionais são as próprias empresas, sejam elas públicas ou privadas, por isso existe a necessidade de estar sempre atento às exigências do mercado.
Existem várias escolas que lançam vários cursos e protocolam requerimentos junto ao MEC, Conselho Estadual, e outros órgãos competentes, e tais escolas sabem da demora e, algumas da impossibilidade de serem reconhecidas ou de terem autorização para validar seus cursos ou certificados, algumas têm ciência de que nunca conseguirão cumprir as exigências legais e satisfazer os requisitos e, um dia vem o indeferimento e o fechamento, geralmente a burocracia é enorme e perdura por longos 3 a 6 anos, e enquanto isso não acontece vão trabalhando, então lógico sem a transparência ou boa fé. Alunos vão investindo na esperança de amanhã ser reconhecido e afinal nada, causando irreparáveis prejuízos aos alunos. Em 2007 existiam no Brasil, 8.801 cursos de pós-graduações presenciais e outros 65 à distância.
A Faculdade Livre, é transparente, honesta e sempre trabalha com boa fé. Não ingressamos com protocolo de registro, somos livres mesmo, como o próprio nome está dizendo “Faculdade Livre”. Livre de carga horária; livre de programação de conteúdos e disciplinas, e, livre de autorização e registro juntos ao CEE e MEC e outros órgãos. Sempre avisamos para todos os nossos alunos que os cursos não são técnicos, não são profissionalizantes, não são bacharéis e nem licenciaturas. São tão somente para aumentar currículo e fins culturais. Para ensinar algo mais, para aprimorar. E, no caso das pós-graduações, para ajudar naquilo que o aluno já faz e que já é.
Temos intenção de um dia registrar nossos cursos junto ao MEC e CEE e outros órgãos da área? Sim. Mas não sabemos quando, pois entendemos ser muito difícil para a ABECAD, visto que mesmo a distancia exigem uma gama muito grande de burocracia como biblioteca, ampliação do corpo docente com mais com especializações, mestres, doutores e pós; mais salas e laboratórios, videoconferências, vestibular e percentual de aulas presenciais etc. E tudo isso fica muito oneroso, investimentos que podem chegar a milhões e todos sabem muito bem que todas as escolas sempre trabalham no vermelho, e alunos sempre não tem dinheiro, e, o índice de alunos que se matriculariam a mais devido à escola ser registrada junto ao MEC poderiam ser pequenos, e os investimentos economicamente não compensariam. Por outro lado a ABECAD não está tendo ajuda pública em nenhuma esfera, os nossos poucos recursos estão sendo com livros e cursos e, tem que serem baratos sob pena de não venderem (por outro lado infelizmente, devido à falta de idoneidade de algumas escolas livres e a distancia, a confiança com vendas pela internet no Brasil ainda é pequena). Quanto aos livros antidrogas, a cada ano, estamos aumentando as vendas para escolas, educadores, pais, COMAD, Conselho Tutelar, Promotoria do Menor e, Juizado da Infância e Juventude (a ABECAD é detentora da única coleção antidrogas do Brasil, são 16 livros, um para cada tipo de droga, e, já contamos com várias livrarias distribuindo), mas o custo gráfico no Brasil ainda é muito caro. Então o nosso projeto é continuar livres em todos os sentidos.
PROJETO DA ABECAD
O Caos na educação e sociedade em geral quer seja infantil, adolescente ou classe de média idade, se deve à falta de cultura e, o negócio para dar certo tem que ser tratado ou cortado o mal pela raiz. Para erradicar de vez o analfabetismo e por conseqüência o alto e assustador índice de criminalidade que estamos vivendo e presenciando especialmente junto aos jovens, o recurso é apenas um “educação”. Povo educado e civilizado é povo consciente e politizado e sinônimo de menos drogas e menos violência e, por tabela uma geração mais sadia e uma sociedade que caminha a passos largos para o primeiro mundo. O projeto da ABECAD que já foi remetido para o MEC, CEE de vários estados, deputados federais e senadores e, até para a ONU e UNESCO, porém, contudo, ainda não recebemos apoio satisfatório, mas não desanimamos e constantemente estamos reiterando estes requerimentos e emitindo estas sugestões.
A ABECAD trabalha na prevenção, conscientização e educação antidrogas com milhares de crianças e adolescentes cobrindo todo o Brasil e também em várias comunidades de brasileiros em diversos países. Trabalha com usuários já por 19 anos bem como com pais e educadores e já ministrou milhares de palestras em escolas, faculdades, ONGs e igrejas. É detentora da única coleção antidrogas do Brasil “Coleção Saúde” (escrita pelo reitor e conferencista nacional e internacional Dr. Omar. Divulgados pelos sites www.abecad.com.br ; www.colecaosaude.com.br ou www.sobredrogas.com.br ) então a ABECAD tem um grande conhecimento de causa e por isso sente-se responsável em contribuir com projetos, métodos, técnicas, argumentos, recursos didáticos e legais para reduzir e erradicar as drogas, tráficos, evasão escolar, prostituição infantil e os demais crimes em geral e, afinal contribuir com uma sociedade melhor com mais paz e menos violência.
Então transcreveremos aqui parte dos nossos projetos para conhecimento de todos e para que a sociedade possa unir a nós e em um só clamor público convencer os nossos legisladores e autoridades responsáveis para execução o mais imediato possível:
01-Idade Escolar: Primeiro grau obrigatório para toda criança de 6 a 14 anos, sendo os 4 primeiros, de 6 a 10 anos com aulas de manhã e a tarde com alimentação, recreação e higienização. Assim libera os pais para o trabalho e ainda a educação da criança fica compartilhada com educadores profissionais. Com direito a bolsa família, educação e outros benefícios sociais. Acrescer a partir da quinta série inglês e espanhol. Pois todos sabem que esses idiomas são a porta de entrada para o primeiro mundo. O inglês é a língua de integração mais falada, é oficial em 73 países, e, como segunda língua em 60 países (total de 133 países) e conta com 2 bilhões de simpatizantes ou seja 1/3 da população da Terra. Seguido pelo espanhol com 700 milhões de simpatizantes em 60 países, sendo oficial em 21 países com 350 milhões de conversadores. E o Brasil já pode se preparar para em quinze anos estudar o chinês, pois em 2025 será a primeira potencia mundial e o nosso primeiro parceiro nas exportações.
02-Trabalho Infantil: Liberação do trabalho infantil de meio período das 13 às 18 horas, a partir dos 14 anos, desde que não seja em área insalubre, perigosa ou penosa. E obrigatório que o jovem esteja matriculando e estudando na parte da manhã. Com direito a meio salário mínimo e sem a obrigação do patrão pagar férias, 13º e FGTS (na verdade jovens de 14 a 16 mais erra do que acerta, mais aprende do que produz e em muitos casos os pais é quem deveriam pagar para o patrão ensiná-los e suportá-los) e, o recebimento e gasto/aplicação do salário deve ser monitorado ou fiscalizado pelo conselho tutelar, promotoria do menor ou juizado da infância e juventude. Apenas os trabalhos especializados monitorados pelo SESI, SENAC, SESC e outros não estão tendo condições de absorver os jovens que precisam aprender uma profissão e oferecer a mão de obra para os empregadores interessados. A ABECAD sabe e toda a sociedade é testemunha que proibir o trabalho da criança entre 14 a 16 anos, não deu certo e que está é favorecendo a proliferação do uso e consumo de drogas e criminalidade em geral. O trabalho dignifica o homem e, é a melhor forma de formar personalidade, cidadania e caráter, e, afastar dos maus amigos, e, é sabido que nenhum jovem de 14 a 16 consegue estudar os 3 períodos diretos. Basta estudar interno de manhã, trabalhar à tarde e ainda sobra o período noturno para fazer as tarefas escolares e laser.
Pelas pesquisas e estatísticas ficou comprovado que houve um aumento assustador de usuários e criminalidade entre as faixas de 14 a 16 anos, justamente a partir da lei que passou a proibir trabalho para esses adolescentes. Biológica, social e psicologicamente está comprovado que não deu certo e que a proibição do trabalho infantil deve ser reduzida imediatamente para os 14 anos como era ao tempo da lei anterior. E daqui a alguns anos quando atingirmos a cultura do primeiro mundo, ai sim poderemos retornar essa idade de trabalho para após os 16 anos.
03-Cursos profissionalizantes: criação de centenas de outros cursos no SESI, SENAC, SESC e em outros locais costumeiros, em nível inicialmente de profissionalização rápida com a média de 6 meses, para quem já tenha concluído a 8ª ou 9ª série e já tenha completado 14 anos e, depois profissionalização em nível de segundo grau. Cursos como: computação, internet, vendas, secretariado, relações públicas, auxiliar de executivo, auxiliar de contabilidade, digitação, entregador, balconista, serviços gerais do comércio e de escritório, vendedores, serviços diversos da prestação de serviços, serviços de auxiliar diverso da indústria de acabamento, construção civil (alvenaria, eletricidade, encanação, pintura etc.), auxiliar geral para órgãos públicos dos 3 poderes, protéticos, escolas, mecânica, torno, solda, agropecuária e em todo e qualquer serviço da região que residir o adolescente. Já que é muito oneroso conseguir faculdade universitária para todos, ao menos deve fornecer uma escola profissionalizante para nossos jovens não se evadirem para o mundo da ociosidade, drogas e criminalidades. Se é difícil ou oneroso manter cursos em escolas técnicas profissionais de segundo grau com 3 anos de duração para milhões de adolescentes, então que façamos cursos com apenas um ano ou seis meses. Também ajudará em muito absorver os milhares que já terminaram faculdades e que estão desempregos ou no subemprego.
04-Redução da maioridade penal: outra coisa que às vezes a princípio, alguma ONG que trabalha com crianças e adolescentes, ou, alguma autoridade em direitos humanos poderia refutar e achar um absurdo seria uma ONG como a ABECAD ser a favor da redução da menoridade penal de 18 para 16 anos. Mas é verdade, somos a favor dessa redução. Pois como já dito e exaustivamente declarado, convivemos muito com jovens e adolescentes na faixa de 16 a 18 anos e, testemunhamos que os mesmos já estão cientes de todas as coisas do meio social. Às vezes não estão 100% formados biológica, cultural em relação às conseqüências dos crimes (ou melhor, infração como quer a ECA) ou em relação à gravidade dos danos e imaturos emocionalmente para discernir que cinco ou mais anos presos é muito ruim, desastroso e gerador de conseqüências às vezes irreparáveis e vitalícias, mas, contudo, no entanto, devido à facilidade de informação e divulgação da cultura e conhecimento, especialmente por culpa dos avançados meios de comunicação como em primeiro lugar a internet, depois a televisão com seus filmes violentos e de sexo livre e, as novelas com suas imoralidades e desintegração da família, em seguida com as informações dos jornais, revistas e outros, então é sim possível aceitar essa redução para esse jovem de hoje, visto que jamais poderá compará-lo com o jovem do ano de 1942 ocasião que passou a vigorar o nosso ultrapassado Código Penal, naquele tempo tudo era pacato, diferente e a sociedade vivia outra realidade. Porém as celas para recolherem esses jovens criminosos de 16 a 18 anos devem ser separadas das celas dos demais presos, pode até ser no mesmo prédio, más os jovens devem ficar separados dos presos maiores, e, terem obrigatoriamente escola interna e trabalho todos os dias, além de acompanhamento psicológico, social, religioso e familiar.
Os jovens de 16 a 18 anos, aproveitando da inimputabilidade penal, estão sendo usados e muito pelos marginais e especialmente no mundo das drogas. Trabalham em bocas, transportam drogas, e ganham a própria droga como pagamento. Por encomendas dos traficantes e assaltantes, roubam e matam e recebem a própria droga para usar como pagamento. E já passou da hora de nossos legisladores entrarem com essa redução, mas, paralelo e ao mesmo tempo deve vigorar a escola integral, trabalho liberado para as idades de 14 a 16 e promover cursos profissionalizantes rápidos como incentivos.
A criminalidade entre menores está aumentando muito justamente porque eles sabem que não sofrerão a pena, então o próprio sistema está incentivando isso e, qualquer pessoa de bom senso, visão e responsabilidade torna sendo a favor da redução da menoridade penal. E se não acolherem e implantar o nosso projeto de educação e trabalho, se o Brasil continuar sendo assim muito irresponsável nesse sentido, e demorar mais seis anos para reduzir essa menoridade penal, terá sem dúvida é de reduzir já para 14 ou 12 anos. Lamentável.
Aproveitando a oportunidade dessa mesma nota, aplaudimos e louvamos os inúmeros jovens que não cederam às fraquezas e vícios da vida, parabenizamos porque são inteligentes e ativos, especialmente os muitos jovens que ao longo desses 19 anos que fizeram conosco o curso antidrogas e ministram palestras em suas comunidades, muitos hoje já são profissionais liberais, educadores, autoridades e empresários. Aplaudimos aqueles que ainda estão fazendo, afinal parabenizamos os milhares de jovens que fizeram e que estão fazendo os cursos básicos nas várias modalidades e, a todos os leitores de nossos livros, aos que são nossos alunos nos cursos antidrogas, básicos e de pós-graduações. Admiramos os alunos intelectuais que mesmo cursando um segundo grau ou cursinho pré-vestibular fizeram dezenas de cursos conosco (lembramos de um que fez 18 entre básico, disciplinas de graduações e pós- graduações), vocês são o máximo. O nosso sucesso se deve a cada um de vocês. Aplaudimos e parabenizamos os alunos que não fizeram cursos conosco, mas que também tem a cabeça firme e inabalável, agradecemos aos pais pelas constantes orientações a seus filhos, à cooperação dos educadores, religiosos, autoridades e enfim a toda comunidade que tem dado as mãos travando guerra contra esse mal do século que é “a droga”.
A fase dos 14 aos 18 é a fase mais bonita da vida e a fase onde o jovem forma a sua cabeça, sua personalidade, seu caráter e o seu futuro e, se durante esse período ficar envolvido com drogas, maus amigos, prostituição infantil, traficantes e marginais, será sem dúvida pior que eles, e, todo o seu futuro fica comprometido. Mas se usa esse tempo na escola e no trabalho, lógico serão jovens exemplares e orgulho para a família e a sociedade, prósperos trabalhadores qualificados, cultos universitários, profissionais liberais de ponta, proprietários de seus negócios, funcionários em altos escalões, autônomos habilitados, pais de famílias, educadores e assim toda a sociedade caminhará a passos largos para o primeiro mundo e a coletividade viverá um mundo sem drogas, com emprego, com paz, com trabalho e com amor ao próximo.
O jovem que usa droga nos primeiros meses fica nervoso, neurótico, agressivo, violento e mau (matar alguém para roubar um simples relógio ou celular é insignificante), e afinal os efeitos das drogas fazem secar, queima e destrói os neurônios, motivo pelo qual o usuário fica rude e abobalhado, além de perder o bom senso, o amor erótico e o amor para com a família (matar a namorada, ou o pai ou a mãe torna-se indiferente). Sem cabeça e sem poder de concentração perde então a vontade de estudar, trabalhar e perde afinal todos os seus sonhos. Os efeitos das drogas são capazes de mudar a cabeça da pessoa de racional para irracional, de humano para selvagem e animal e, de gente para monstro.
E o único recurso para isso é a prevenção e conscientização hoje, agora.
E a melhor prevenção e conscientização estão primeiramente na cultura com cursos e mais cursos e, depois nos esportes. Por isso a ABECAD criou a Faculdade Livre com milhares de cursos para você. Adquire cursos para você e queridos de sua família e amigos, faça e recomenda para outros. Obrigado pela preferência. Boa sorte e que Deus lhe ajude, dando forças e sabedorias.
Escritor e Reitor Dr. Omar.